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domingo, 22 de agosto de 2010


NATURALMENTE VOCÊ

Tu és feito da Natureza

Tendo o mar para banhar-te

O vento para secar-te

As flores para enfeita-te

Tu és feito da natureza Divina

Um ser que ilumina

Um homem que fascina

Amigo que ensina..

O quanto vale o bater das asas de uma borboleta

Que despretensiosa dança sobre a violeta

Ali esbanjando a sua graça

Sabendo que talvez seja a ultima coisa que faça

Me ensinaste que a Natureza fala

Em cada flor desabrochada

Em cada folha despencada

Em cada primavera anunciada

Assim és tu, filho da Natureza!!

Parte desta beleza

Que desfruta de total riqueza

Completando a alma de incomparável pureza

Dri Ramalho
21/03/2010

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, NÃO PRECISAR DELA. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você
.



O sol tímido e preguiçoso se levanta,
Uma linda borboleta azul abre as suas asas e encanta,
Sente a luz invadir o seu corpo e o calor aquecer suas asas,
E volteia, na sua dança solitária e singular,
Um espetáculo da natureza a se reverenciar.

Uma gota de orvalho despenca de uma pétala de rosa,
Atinge uma das asas da borboleta azul que cai entontecida,
Pousada desajeitada sobre uma das asas, percebe uma delas ferida,
Guerreira se levanta batendo uma das asas e a outra partida.

Triste fim da dança solitária e singular da borboleta azul
Já não pode mais enfeitar as rosas e nem delinear o céu azul
Mas sua luta continua, precisa sobreviver neste novo mundo,
O ar não é mais o seu espaço e a rosa não é mais o seu porto seguro.
Este foi o ultimo vôo da borboleta azul...



Dri Ramalho
17/05/2010

PALAVRAS



Esvazio-me de palavras soltas em meu pensamento
Deixo meus lábios selados e em sonoro silêncio
Minha mão direita exprime um sentimento contido
Parece ter uma vontade própia e incontida
Desliza em uma dança frenética de palavras rabiscadas
Sinto me dominada por frases, pontos e parágrafos.
Inicia se um duelo entre a minha mão e o meu pensamento
Eu?... Apenas um instrumento
Permito que me usem
Cada um é dominado pelas palavras de certa maneira
Cada um se deixa dominar por si mesmo sem barreiras
Esvazio-me e encontro a minha paz e o meu alento
Esvazio-me e me faço Poema de meu pensamento.
DRI