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domingo, 24 de abril de 2011






Eu, tempestade...
Meus olhos, céu cinzento...
E ainda que eu não sinta mais os meus pés no chão,
Sinto o mar revolto envolvendo minhas pernas, o meu corpo.
Deixo-me ser carregada pelas ondas.
Consigo fixar os olhos no infinito e percebo a imensidão dos meus
pensamentos.
Por um
momento sou carregada pelas lembranças.
Tudo em
mim são dias de tempestades
As
recordações são como ondas, vêm e vão, nunca tem fim.
Mas
sempre existe um novo dia e com ele a calmaria.

Dri 24/04/2011

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